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Edição #06

O que faz um designer alcançar Mid Level?

por Willian Matiola

Um caloroso bem vindo aos 32 novos seguidores da Stoa! 🥳 Você sabia que trazendo novos seguidores você pode ganhar recompensas?

Hey! Na segunda foi feriado nos EUA e por isso me presenteei com um dia de turismo em Düsseldorf, capital do estado Nordrhein-Westfalen. Estava pensando em usar isso como justificativa para o atraso, mas na verdade a culpa foi inteiramente minha. My bad! 😅

Da minha mente para a sua 🧠

  1. Carta para um Mid-Level Designer é um daqueles artigos para revisitar frequentemente e tomar notas sempre que possível. Não importa se você tem 3 anos de carreira ou 13, as dicas do Elliot Dahl são fundamentais para qualquer profissional.
  2. As mudanças de design que o Spotify vêm sofrendo nos últimos tempos tem agradado muitas pessoas e desagradado muitas outras. Particulamente, entender que as mudanças fazem parte de uma estratégia de coerência visual e experiência multi-plataforma do serviço me faz gostar ainda mais de todo o trabalho que está sendo desenvolvido.
  3. Tirando todo o ruído que o boom da Inteligência Artificial trouxe, é sempre bom encontrar notícias excelentes como essa: chip implantado em um homem paralisado vem o ajudando a retomar seus movimentos.
  4. Você conhece alguém que sempre fala “Ah mas tava na cara que isso aconteceria!” depois de algo acontecer? O nome que damos a esse tipo de viés de confirmação é “Hindsight Bias”. Se você quiser se aprofundar no assunto recomendo esse artigo aqui.

Henrique Stopassoli

Hoje vamos mergulhar no consciente do Henrique Stopassoli, que também faz parte dos meus melhores amigos e foi sócio-fundador da Stoika. Hoje ele é líder de Design e professor universitário. Nossas conversas são profundas, serenas e enriquecedoras.

Gosto de estudar sobre finanças e como fazer bons investimentos.

Sempre gosto de recomendar todos os filmes do Studio Ghibli. A riqueza de detalhes em todas as animações do estúdio é incrível, sem contar as trilhas sonoras e as mensagens que buscam transmitir. Dentre eles, os que mais gosto são Meu Amigo Totoro e A Viagem de Chihiro.

Fundar uma empresa com meus amigos e manter as amizades. Mas para mim, foi muito libertador, pelo motivo de sempre ser ansioso em relação aos trabalhos que tive e toda aquela pressão de patrão e funcionário que, apesar de eu não ter tido muitas experiências ruins, era algo que eu carregava comigo. Ter meu próprio negócio me permitiu trabalhar do jeito que queríamos e consegui criar mais confiança em mim mesmo, deixando um pouco de lado a síndrome do vira-lata.

Restaurantes veganos, em geral. Normalmente, as pessoas falam muito sobre ter novas experiências, viajar para lugares diferentes, entre outras coisas. No entanto, podemos ter novas experiências todos os dias com pequenas mudanças na rotina.

Sempre gostei de jogos, então uma resposta imediata seria trabalhar com a criação deles. No entanto, tenho medo de transformar hobbies em trabalho, então não sei se gostaria disso. Por outro lado, gosto muito de lidar com pessoas e tentar ajudá-las. Uma profissão que sempre me atraiu foi a Psicologia.

Novas fotos disponíveis lá no meu Unsplash! São as mesmas montanhas que postei na edição 003, mas horas antes do tempo mudar completamente.

  1. Rebrand Gallery Inspirações de branding
  2. Refero Design Inspirações de UI/UX
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  4. 8 micro dicas de tipografia

Você tem duas formas de fazer algo

Do jeito certo e do jeito errado.

Lembrei dessa frase ao fazer a publicação de hoje porque ela foi dita pelo Henrique. Na época eu ri porque achei engraçada, mas hoje percebo que geralmente são essas duas opções que geralmente se apresentam em qualquer situação.

Como saber qual o jeito certo e qual o errado? Bom, o jeito certo não agride, não coloca o outro em uma situação ruim, na verdade, o jeito certo te eleva, soma, as vezes até multiplica o que já é bom. O jeito ruim, por outro lado, te deixa triste, te coloca pra baixo, distancia você do seu caminho.

Isso também me fez lembrar do dia em que fui em uma gira de Umbanda e na hora do atendimento com as entidades perguntei ao Preto Velho se eu estava no caminho certo. Era uma época que eu estava confuso sobre meu futuro no design. Eis que ele me responde com uma pergunta: “O filho é feliz fazendo o que o filho faz?” E minha resposta foi sim. Então ele completa: “então o filho está no caminho certo, porque nada que não nos deixa feliz, é o caminho certo.”.

Sabedoria não precisa de respostas complexas.

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